3/08/2014

Ensino Fundamental II - 8.º Ano

1.Bimestre

Aula 1 - Introdução a Arte
A Arte faz parte do ser humano e da sociedade desde a pré-história até os dias atuais, fez e faz parte de toda produção cultural do homem, introduziu um novo modo de pensar, ensinar novas relações, novos pensamentos e idéias, emoções e anseios que habitam tanto o Homem como a sociedade. E ainda capacita o individuo no seu modo de interpretar, compreender, representar, imaginar o mundo
Atividade: Faça um desenho simbolizando uma modalidade artística

Aula 2 - Cor e Natureza
A natureza é muito rica em elementos coloridos, flores, frutas, pássaros, peixes, etc.
Para representar o mundo em que vivemos o homem buscou extrair da natureza os elementos coloridos e com eles fez enfeites, utensílios e tintas para realizar suas pinturas. De modo geral, as tintas são extraídas de minerais e vegetais. As tintas são preparadas com mistura de pó colorido e substâncias como óleos, resinas, gomas ou ceras.
Atividade: Faça um desenho livre da natureza, contendo elementos e cores diversos.

Aula 3 - Cores Primárias
Cores primárias são cores puras, isto é, que não derivam de misturas. Amarelo, Vermelho, Azul.
Atividade: Desenho tucano e colorir com as cores primárias

Aula 4 - Cores Secundárias
Duas cores primárias formam ma cor secundária.
amarelo+ vermelho= laranja
azul + amarelo = verde
vermelho + azul = roxo
Atividade: desenho do mosquito e colorir com as cores secundárias

Aula 5 - Cores terciárias
Uma cor terciária é obtida pela mistura de uma cor primária com uma cor secundária.
1- amarelo-alaranjado
2- vermelho-alaranjado
3- vermelh0-arroxeado
4- azul-arroxeado
5-azul esverdeado
6 - amarelo-esverdeado
Atividade: desenho livre pintado com as cores terciárias

Aula 6 - Cores Quentes
São cores vivas, alegres e estimulantes, e derivam do vermelho
Atividade: Desenho livre colorido com as cores quentes

Aula 7- Cores Frias
são cores que transmitem tristeza, tranquilidade e deriva do azul.
Atividade: desenho livre colorido com as cores frias

Aula 8- Cores monocromáticas
Adicionando porções gradativas de branco e preto a uma cor qualquer, obtemkos diferetne stonalidades dessa cor, resultando numa escala monocromática.
Atividade: 1 - Faça uma escala monocromática com a cor de sua preferência;
2-desenho livre colorido com as cores obtidas na sua escolha.

Aula 9 -
8.º ano A - Trabalho Final cores frias - Edgar Munch O Grito
8.º ano B - Trabalho Final - Monocromia
8.º ano C - Trabalho Final - Monocromia

Aula 10 -
Biografia de Edvard Munch e a obra o Grito
Biografia de Edvard Munch

Edvard Munch, artista plástico norueguês, considerado um dos artistas que iniciaram o expressionismo na Alemanha. Nasceu na cidade de Løten em 12 de dezembro de 1863. Teve uma vida familiar muito conturbada, pois sua mãe e uma irmã morreram quando Munch ainda era jovem. Uma outra irmã tinha problemas mentais. O pai de Munch tinha uma vida marcada pelo fanatismo religioso. Para complicar, Munch ficou muito doente durante a infância. Já adulto, começou a apresentar um quadro psicológico conturbado e conflituoso, considerado com transtorno bipolar. Munch estudou artes plásticas no Liceu de Artes e Ofícios da cidade de Oslo (capital da Noruega). Em 1885, viajou para Paris onde entrou em contato com vários movimentos artísticos. Ficou muito atraído pela arte de Paul Gauguin. Entre os anos de 1892 e 1908 viveu na cidade de Berlim (Alemanha). Em 1892 participou de uma exposição artística em Berlim. Porém, a mesma foi cancelada em função do grande choque que provocou na sociedade alemã. Em 1893, pintou sua obra de arte de maior importância: O Grito. Esta obra tornou-se um dos símbolos do expressionismo. Em 1896, começou a fazer gravuras e apresentou várias inovações nesta técnica artística. Em 1908, voltou para a Noruega para viver em seu país natal definitivamente. No final da década de 1930 e início da década de 1940 passou por uma forte decepção. O governo nazista ordenou a retirada de todas as obras de arte de Munch dos museus da Alemanha por considerá-las esteticamente imperfeitas e por não valorizar a cultura alemã. Munch morreu em 23 de janeiro de 1944, na cidade de Ekely (próximo a Oslo).
Estilo artístico: abordagem de temas relacionados aos sentimentos e tragédias humanas (angústia, morte, depressão, saudade); Pintura de imagens desfiguradas, passando uma sensação de angústia e desespero; Forte expressividade no rosto das personagens retratadas; Pintura de figuras marcadas por fortes atitudes

Paisagem Noturna - monocromia em azul
Paisagem Vegetação - monocromia em verde


8.º anos – 2 bimestre

Aula 1 – Simetria
O adjetivo indica equilíbrio, harmonia, ordem, correspondência entre as partes. A característica principal da simetria é a perfeita correspondência de uma parte com a outra. Para desenhar simetricamente, procedemos desta maneira:
• Façamos um eixo simétrico.
• Desenhamos a metade do objeto que queremos representar, e copiamos fielmente o outro, em relação ao eixo central.
Atividade 1 – Desenho de 3 objetos simétricos
Atividade 2 – Simetria de um vaso na folha grande.

Aula 2 - Nesta lição, você vai aprender a técnica de quadrícula que vai lhe ensinar a aumentar ou diminuir desenhos.
Quadricular consiste em traçar quadrados do mesmo tamanho. Sem quadricular torna-se difícil aumentar ou diminuir desenhos, fotos ou mesmo objetos ao natural.
Desenhar por quadrícula foi um processo muito utilizado pelos grandes mestres da pintura.
Para ampliar ou reduzir, você deverá usar sempre o mesmo número de quadrados.
Atividade: preparar uma malha de 9 cm (1,5cm)vertical X 12cm (2cm ) horizontal e fazer o desenho quadriculado dado em sala.

Aula 3- rendado de papel
Atividade 1 – Dobrar o papel e fazer 3 rendados diferentes e colocar na folha do caderno
Atividade 2 – ir no vaso simétrico e usar o rendando para decorá-lo
Atividade 3 – terminar de decorar o vaso com sombra/luz ou pintando-o.

Aula 4 – Páscoa Teoria
http://www.portaldafamilia.org/datas/pascoa/pascoasimbolos.shtml
Atividade Desenho dos símbolos da Páscoa


Aula 5 Negativo e Positivo - Relação Fundo-Imagem.
Cada par de desenhos é igual entre si. Porém, o contraste fundo-imagem está invertido: o que é preto no primeiro aparece em branco no segundo e vice-versa. Essa inversão chama-se pintura em negativa, ou seja, o que é branco fica preto e o que é preto fica branco.
Atividade 1. No seu caderno faça um desenho dentro de um retângulo, de forma bem simples, e depois repita o mesmo desenho em outro retângulo, em seguida transforme o 2º em negativa.
Atividade 2 – Faça uma colagem usando duas folhas de cores complementares, recorte as folhas desejadas em uma folha e use a outra como fundo. Repita o processo invertendo a cor das formas e do fundo.
Atividade 3- Faça um quadro colagem. A técnica consiste em um dupla colagem, aproveitando os recortes positivo e negativo

Aula 6 – TeatroTeatro Grego
O teatro grego surgiu a partir da evolução das artes e cerimônias gregas como, por exemplo, a festa em homenagem ao deus Dionísio (deus do vinho e das festas). Nesta festa, os jovens dançavam e cantavam dentro do templo deste deus, oferecendo-lhe vinho. Com o tempo, esta festa começou a ganhar uma certa organização, sendo representada para diversas pessoas.
Durante o período clássico da história da Grécia (século V a.C.) foram estabelecidos os estilos mais conhecidos de teatro: a tragédia e a comédia. A ação, diversos personagens e temas cotidianos foram representados nos teatros gregos desta época.
Nesta época clássica foram construídos diversos teatros ao ar livre. Eram aproveitadas montanhas e colinas de pedra para servirem de suporte para as arquibancadas. A acústica (propagação do som) era perfeita, de tal forma que a pessoa sentada na última fileira (parte superior) podia ouvir tão bem a voz dos atores, quanto quem estivesse sentado na primeira fileira.
Os atores representavam usando máscaras e túnicas de acordo com o personagem. Muitas vezes, eram montados cenários bem decorados para dar maior realismo à encenação.
Os temas mais representados nas peças teatrais gregas eram: tragédias relacionadas a fatos cotidianos, problemas emocionais e psicológicos, lendas e mitos, homenagem aos deuses gregos, fatos heróicos e críticas humorísticas aos políticos. Os atores, além das máscaras, utilizam muito os recursos da mímica. Muitas vezes a peça era acompanhada por músicas reproduzidas por um coral.


Aula 7 - musica A música na Antigüidade
Da Antigüidade temos poucas informações sobre a música como conhecemos hoje, sabemos que os povos sempre utilizaram-se da música para os mais diversos momentos de sua vida cotidiana, no âmbito social e doméstico.
Pelos documentos encontrados, como fragmentos de músicas e instrumentos, a música teria começado na Mesopotâmia e no Egito. De fato, em 1950, os arqueólogos encontraram uma canção assíria de 4.000 a.C. gravada em uma tabuleta de argila.
Os egípcios usavam muito a música em todas as ocasiões religiosas ou da vida social, como casamentos, festas, canções e guerra, de vitória, ou para expressar sentimentos de tristeza ou luto. Era comum as mulheres ricas serem boas cantoras. Junto com a música, desenvolveu-se a dança e a coreografia.
Na Grécia por volta do século V a.C., os teatros já tinham ótima acústica. Os atores eram acompanhados por um coro que dançava e cantava e por uma orquestra. Durante as festas, principalmente as Dionísicas (em homenagem ao deus Dionísio), a música era uma constante de alegria e descontração.
No Império Romano, durante os desfiles das vitoriosas Legiões Romanas, eram saudadas com músicas que elevavam o espírito da tropa. Durante os bacanais (em homenagem ao deus Baco – do vinho), a música para alegrar as festas que duravam vários dias era alegre e extrovertida.


- Projeto Alemanha
3. Bimestre
Aula 1 Teatro
Arlequim, Pierrot e Colombina

São personagens de um estilo teatral conhecido como Commedia dell’Arte, nascido na Itália do século XVI. Integrantes de uma trama cheia de sátira social, os três papéis representam serviçais envolvidos em um triângulo amoroso: Pierrô ama Colombina, que ama Arlequim, que, por sua vez, também deseja Colombina. Apesar de obedecerem a um enredo predefinido, as peças tinham a improvisação como ingrediente principal, exigindo grande disciplina e talento cômico dos atores
Ouyros personagens: Pantaleão, um comerciante avarento; o Capitão, oficial covarde, mas metido a valentão; o Doutor, um intelectual; Isabella e Orácio filhos de patrões.

Sobre os personagens:
Pierrô -Seu nome original era Pedrolino, mas foi batizado, na França do século XIX, como Pierrot e assim ganhou o mundo. O mais pobre dos personagens serviçais, vestia roupas feitas de sacos de farinha, tinha o rosto pintado de branco e não usava máscara. Vivia sofrendo e suspirando de amor pela Colombina. Por isso, era a vítima preferida das piadas em cena. Não foi à toa que sua atitude, sua vestimenta e sua maquiagem influenciaram todos os palhaços de circo

Arlequim -Também servo de Pantaleão, Arlequim era um espertalhão preguiçoso e insolente, que tentava convencer a todos da sua ingenuidade e estupidez. Depois de entrar em cena saltitando, deslocava-se pelo palco com passos de dança e um grande repertório de movimentos acrobáticos. Debochado, adorava pregar peças nos outros personagens e depois usava sua agilidade para escapar das confusões criadas. Outra de suas marcas-registradas era a roupa de losangos

Colombina - Criada de uma filha do patrão Pantaleão, mas tão bela e refinada quanto sua ama, Colombina era também o pivô de um triângulo amoroso que ficaria famoso no mundo todo - de um lado, o apaixonado Pierrô; do outro, o malandro Arlequim. Para despertar o amor desse último, a romântica serviçal cantava e dançava graciosamente nos espetáculos.
Musica – Musica Popular Brasileira.
Esses personagens surgiram na Musica Popular Brasileira, nos anos 30 como na musica de Noel Rosa e Heitor dos Prazes:
Pierrô Apaixonado
Um pierrô apaixonado
Que vivia só cantando
Por causa de uma colombina
Acabou chorando, acabou chorando


Atividade: Desenho dos personagens

Aula 2 - Teatro
O circo - O circo tradicional é formado por grupos familiares. O saber circense vai desde armar e desarmar o circo, a preparar os números ou peças, treinar crianças e adultos. O resultado é um rigoroso e complexo processo de formação, socialização e aprendizagem artística passado de geração para geração.
No circo contemporâneo, a aprendizagem se faz em escolas de circos, que ganham espaços nas ruas urbanas. A linguagem é tecida por saltimbancos trapalhões - gente que não é de circo - formados por escolas de circos e/ou teatro, a partir das décadas de 1980 e 1990, interando técnicas circenses e elementos teatrais.
O palhaço – esse personagem foi inspirado no bobo sheaksperiano e influenciado pela Commedia dell” Arte, surgiu no século XVIII para subverter a apresentação dos equilibristas nos espetáculos do inglês Philip Astley, um dos fundadores do circo moderno. Este inventou o picadeiro e montou espetáculos de equilíbrio e malabarismo com cavalos. O palhaço surgiu para ridicularizar as atrações oficiais.
Cada palhaço constrói sua maquiagem de acordo com o que acha expressivo em seu rosto.
Doutores da Alegria - O Projeto Doutores da Alegria foi criado nos EUA por Michael Christensen, com o e introduzido no Brasil por Wellington Nogueira em 1991, com o mesmo objetivo do programa americano: levar aos jovens pacientes hospitalizados um estímulo de alegria e vitalidade, auxiliando-os na recuperação da saúde ou reduzindo seu sofrimento nos casos mais graves.
Atividade: Desenho de atividades circenses exceto palhaços

Aula 3 -
Música Popular Brasileira - Anos 30
Além de Noel Rosa, com o Pierrô Apaixonado outros compositores se destacaram como Lamartine Babo, Nilton Bastos e Gonzaguinha.
Nessa época os clubes só tocam samba instrumental e passaram a organizar bailes de Carnaval onde foliões de diferentes classes sociais dividiam os espaços. Essa mistura de classes se tornou marca internacional do carnaval brasileiro.

Anos 40
Aquarela do Brasil
Brasil, meu Brasil brasileiro
Meu mulato inzoneiro
Vou cantar-te nos meus versos
Oh Brasil, samba que dá
Bamboleio que faz ginga
O Brasil do meu amor
Terra de Nosso Senhor
Brasil! Brasil!
Ary Barroso

Com essa canção o Brasil entra na década de 40 do século XX.
Carmem Miranda é um mito do momento. Ela representa o Brasil nos EUA cantando nos programas de auditórios, nas rádios e como estrela de Hollywood. Ficou imortalizada com a música “O que é que a baiana tem” de Dorival Caymmi como a pequena notável.
Nessa época o Boogie Woogie está com força total. O samba e as marchinhas se restringiram ao carnaval.
Nas rádios surgem o samba-canção com temas como amor sem correspondência, traição, desilusão, é a dor de cotovelo e a fossa sendo cantado pelo povo. Também nessa época surgem os primeiros grupos com influência estadunidense.
Atividade : Desenho e cenário com a Carmem Miranda

Aula 4 - Folclore
A palavra folclore vem do inglês folk, que quer dizer povo e lore, saber, ou seja, saber do povo.
Os fatos folclóricos são acontecimentos que surgem no tempo dentro de uma comunidade de maneira espontânea. Também são vistos como partes integrantes da vida diária da sociedade que se serve delas.
As festas, canções, lendas e costumes inventados pelo povo forma a nossa cultura, transmitida de modo informal, é um tipo de conhecimento passado de uma geração para outra e é também chamada de cultura popular.
A cultura popular muda muito de um lugar par ao outro no mundo. O Brasil foi influenciado por vários povos, principalmente índios, africanos e europeus. Dessa mistura surgiram tradições muito ricas e criativas,que variam bastante de uma região para outra do pais.
As lendas são historias de heróis ou seres sobrenaturais que tentam explicar fatos ou fenômenos da natureza. Os mitos são personagens que tem poderes mágicos, algumas vezes eles tem a forma de bicho, outras mistura de gente e bicho.
O dia do folclore é comemorado dia 22 de agosto.
Atividade: desenho livre do folclore

Aula 5 Thaiz Ibanez

Aula 6 Neoiimpressionismo

Aula 7 Abstracionismo

Nenhum comentário:

Postar um comentário